O Primeiro Horror de Tobe Hooper

The Texas Chainsaw Massacre ou, erroneamente intitulado, “O Massacre da Serra Elétrica” (já que o instrumente utilizado pelo assassino é uma motosserra e não uma serra elétrica) aqui no Brasil, é um filme de Tobe Hooper. Lançado em 1974, tornou-se o primeiro filme do gênero slasher.

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O longa teve baixo orçamento, modo de filmagem que mais lembra um filme amador e atores relativamente desconhecidos. Bom, desse jeito você é levado a pensar que o filme não é bom, se você é daqueles que pensa que uma mega produção é essencial pra fazer um bom filme. Mas nesse aqui não. Na verdade, tudo isso contribuiu para que o medo ficasse mais “evidente” quase que aproximando os personagens da realidade. Não é difícil você começar a ter repulsa ao ver as cenas de horror, sentir até mesmo pena dos 5 jovens tomando decisões que os levariam a um destino perturbador. Faz você querer rezar pra que nada, ao menos perecido, aconteça com você. O conceito de The Texas Chainsaw Massacre surgiu no início da década de 1970, enquanto Hooper trabalhava como assistente de diretor na Universidade do Texas em Austin e como cinegrafista de documentários. Ele já havia desenvolvido uma história envolvendo elementos de isolamento, floresta e escuridão.  O diretor apontou a cobertura gráfica de violência dos noticiários da cidade texana de San Antonio como inspiração para o filme. No início do filme, até é dito que aquilo tudo havia acontecido realmente. Deixando a obra com cara de documentário. Mas sabemos que nada do que é mostrado aconteceu de fato. O enredo é apenas baseado num dos mais famosos serial killers da história, Ed Gein. The Texas Chainsaw Massacre não é um filme com violência extrema e rios de sangue como grande parte dos filmes de hoje em dia são. Filmes que procuram atrair o público com o visual e não com o enredo.

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CURIOSIDADES

 Devido ao baixo orçamento, os efeitos especiais do filme eram simples e limitados. O sangue usado em uma das cenas era real, na cena em que Leatherface alimenta o avô. Como a equipe estava com dificuldades para produzir sangue falso, Marilyn Burns cortou o dedo com uma navalha. Houve dificuldades durante as filmagens na cena em que Leatherface ataca Kirk com a motosserra. Hansen alertou o ator William Vail que se mantivesse quieto, pois Hansen não sabia lidar com a ferramenta com muita precisão. No momento da filmagem da cena, a serra passou a poucos centímetros do rosto de Vail. A história do filme é bem típica de alguns longas de terror. Um grupo de amigos faz uma viagem e acabam se metendo onde não deviam estar. Mais precisamente neste filme, Sally (Marylin Burns) acompanhada de seu irmão e seus amigos estão indo à casa do avô já falecido de Sally. Mas chegando lá descobrem que o lugar não passa de uma casa velha devorada pela vegetação. Até aí tudo bem… Até que o casal Pam e Kirk resolve banhar num rio que há pelas redondezas. No caminho os dois acabam indo parar numa casa. Daí a adiante só acontecem merdas… Os dois acabam caindo nas mãos de um cara muito bizarro e louco, o chamado leatherface ou cara de couro. Depois os outros três que ficaram na casa começam a sentir falta dos amigos que não retornaram. Um deles vai atrás do casal sem saber que está indo direto para o seu fim. Já à noite, Sally começa a se desesperar porque seus amigos não voltaram. E então ela e seu irmão, que é cadeirante, saem pela mata seca e escura atrás dos outros três. No caminho o irmão dela é atacado e morto e a pobre coitada passa o resto do filme tentando ficar viva. Ela acaba sendo pega pela família do assassino. Nessa hora acontece uma cena clássica da franquia. A do jantar “canibalístico”. Depois de tanta agonia Sally consegue fugir daquela família insana.

Marylin Burns (no centro) nas filmagens do longa de terror
Marylin Burns (no centro) nas filmagens do longa de terror

E para finalizar o post gostaria de prestar homenagem a essa grande atriz , Marylin Burns, que ficou conhecida como uma das primeiras Scream Queens do cinema. Em 2015, está fazendo 1 ano que ela deixou este mundo. R.I.P., Marylin  :-I

Texto de Thiago Lopes

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